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 A prática do dízimo consciente é a oração do Pai Nosso encarnada. |
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| Ser Criança |
Somos constantemente abordados sobre como fazer, como dinamizar e o que oferecer na catequese, já que a realidade de hoje nem sempre facilita a evangelização.
Não havendo uma organização, a catequese desanda como fermento em excesso no bolo. Não há criança, jovem e adulto que resista a uma catequese sem planejamento, onde cada catequista faz o que bem quer. A catequese não reside na boa vontade. Não pode ser feita porque não há mais nada o que se fazer na vida. Não é cursinho para receber sacramentos. Ela é antes de tudo, opção de vida. Como a medicina, a catequese é um dom a ser exercido. Catequese não é espaço para treinamento, é lugar de anúncio.
Como Jesus assim o foi, a criança deve ser inserida na sua realidade como pessoa, quem ela é, onde vive, e como ela é amada por Deus. Ela precisa entender que Jesus tinha uma família, parentes, amigos, freqüentava a igreja. E que ele aprendeu a rezar, brincou e também foi batizado. A partir da vida de Jesus você pode trabalhar os sacramentos, um novo olhar sobre os mandamentos e sobre o discipulado.
E é assim que, na visão do catequizando, a vida de Jesus vai tomando as dimensões necessárias para que ele O perceba como o Filho de Deus, conheça o seu projeto, a sua missão e entenda que será o continuador de tudo isso, no seu tempo, na sua história.
Pe. Air José de Mendonça
São Paulo: revista paróquias e casas religiosas – Jan/Fev 2010. |
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