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» 12/07/2013
O PODER DA AVE MARIA
Milhões dos católicos rezam frequentemente a Ave Maria. Alguns repetem-na depressa, nem mesmo pensando nas palavras que estão dizendo.

Este artigo poderá ajudá-lo a recitá-la mais pensativamente.

- Podem dar grande alegria à Mãe de Deus para se obter as graças que ela deseja.

- Uma Ave Maria bem rezada enche o coração de Nossa Senhora com alegria e nos concede grandes graças. Uma Ave Maria bem recitada dá-nos mais graças que mil rezadas sem reflexão.

- A Ave Maria é como uma mina de ouro da qual nós podemos sempre extrair e nunca se esgota. É difícil rezar a Ave Maria? Tudo o que temos que fazer é saber seu valor e compreender seu significado.

- S. Jerônimo nos diz que “as verdades contidas no Ave Maria são tão sublimes, tão maravilhosas, que nenhum homem ou anjo poderiam compreendê-las inteiramente.”

- S. Tomás de Aquino, príncipe dos teólogos, “o mais sábio dos santos e o mais santo dos sábios”, como Leo XIII o chamou, pregou o Ave Maria por 40 dias em Roma, enchendo os corações de êxtase.

- Pe. F. Suárez, o santo e erudito jesuita, declarou que ao morrer dispostamente daria todos os livros que escreveu, todas as obras de sua vida, pelo mérito de uma só Ave Maria rezada devotamente.

- S. Matilde, que amava muito Nossa Senhora, certo dia estava se esforçando
para compor uma bela oração em sua honra. Nossa Senhora apareceu-lhe, com as letras douradas em seu peito: “Ave Maria, cheia de graça.” Disse-lhe: “Desista, minha filha, de seu trabalho, pois nenhuma oração que talvez você pudesse compor dar-me-ia a alegria e o prazer da Ave Maria.”

- Um certo homem encontrou a alegria em orar lentamente a Ave Maria. A bendita Virgem em troca apareceu-lhe sorrindo e anunciando-lhe o dia e hora de sua morte, concedendo-lhe uma santa e feliz. Depois de sua morte, um lírio branco cresceu de sua boca e escrito em suas pétalas: “Ave Maria.”

- Cesário descreve um incidente similar. Um santo e humilde monge viveu no monastério. Sua mente e memória estavam tão fracas que ele somente podia repetir uma oração, que era a Ave Maria. Depois de sua morte uma árvore cresceu sobre sua sepultura e em todas suas folhas estava escrito: “Ave Maria”.

Estas belas histórias nos mostram quantas devoções há para Nossa Senhora, e o poder atribuído à Ave Maria rezada devotamente. Cada vez que dizemos a Ave Maria repetimos as mesmas palavras com que o arcanjo Gabriel saudou Maria no dia da Anunciação, quando ela se tornou a Mãe do Filho de Deus.

Muitas graças e alegrias encheram a alma de Maria naquele momento.

Quando oramos o Ave Maria ofertamos novamente essas graças e alegrias à Nossa Senhora e ela os aceita com imenso prazer. Em troca ela nos dá uma ação dessas alegrias.

Certa vez Nosso Senhor pediu a S. Francisco que lhe desse algo. O santo respondeu: “Querido Senhor, eu não posso lhe dar nada que eu já não lhe dei, todo meu amor”.

Jesus sorriu e disse: “Francisco, dê-me tudo de novo e de novo e irá dar-me o mesmo prazer”.

Da mesma forma nossa querida Mãe aceita cada vez que oramos o Ave Maria e recebe as alegrias e prazer que ela teve das palavras de S. Gabriel.

Deus Todo-poderoso deu a Sua Bendita Mãe toda a dignidade, grandeza e santidade necessária para torná-la perfeita para ser sua Mãe.

Mas Ele também lhe deu toda a doçura, amor, brandura e afeto necessário para fazê-la também nossa querida Mãe. Maria é realmente nossa Mãe.

Assim como os filhos se dirigem às suas mães para pedir ajuda, da mesma forma deveríamos ir com a mesma confiança ilimitada a Maria.

S.Bernardo e muitos Santos disseram que nunca ouviram falar em qualquer tempo ou lugar que Maria se recusou a ouvir as orações de seus filhos na Terra.

Por que não percebemos estas consoladoras verdades? Por que recusar o amor e consolação que a doce Mãe de Deus nos oferece?

É nossa lamentáve a nossa ignorância lamentável que nos priva desta ajuda e consolação.

Amar e confiar em Maria é ser feliz agora na Terra e depois feliz no céu. O dr.Hugh Lammer foi um dedicado protestante, com forte ódio contra a Igreja Católica. Um dia ele encontrou uma explicação da Ave Maria e começou a lê-la. Ele ficou tão encantado com ela que começou a rezá-la diariamente. Insensivelmente, toda a sua animosidade anti-católica começou a desaparecer. Ele se tornou um bom católico, um santo padre e um professor de Teologia Católica em Breslau.

Chamaram um sacerdote ao lado de cama de um homem que morria no desespero por causa dos seus pecados. O homem recusava se confessar. Como um recurso último o sacerdote pediu-o a orar pelo menos a Ave Maria. Logo após, o pobre homem fez uma confissão sincera e morreu uma morte santa.

Na Inglaterra, perguntaram a um sacerdote da paróquia ver uma senhora protestante que estava gravemente doente, e que desejava se tornar católica. Perguntado se alguma vez ela já tinha ido à Igreja Católica ou se ela tinha falado com católicos, ou se ela tinha lido livros Católicos, ela respondeu: “não”. Tudo o que ela podia lembrar era que, uma amiga lhe ensinou o Ave Maria, o qual era rezava toda noite. Ela foi batizada e, antes de morrer, teve a
felicidade de ver seu marido e filhos batizados.

S. Gertrudes diz-nos no seu livro “Revelações” que quando nós agradecemos a Deus pelas as graças que Ele deu a qualquer Santo, tornamo-nos participantes daquelas determinadas graças.

Que graças então não temos quando oramos o Ave Maria agradecendo a Deus por todas as inexprimíveis graças que Ele deu a Sua Bendita Mãe?

“Uma Ave Maria dita sem sensível fervor,mas com um puro desejo em um tempo de aridez, tem muito mais valor à minha vista do que um Rosário inteiro no meio das consolações”. (Nossa Senhora a Ir. Benigna Consolata Ferrero)
Escrito por: Liliane SimÕes
» 06/07/2013
Coração puro e ardente de amor: Arcebispo Capovilla recorda o Papa João XXIII
Cidade do Vaticano (RV) - Imediatamente após o anúncio da canonização, dentro em breve, do Papa João XXXIII, os sinos das igrejas de "Sotto il Monte", terra natal de Angelo Giuseppe Roncalli, repicaram em tom de festa. A Rádio Vaticano ouviu o Arcebispo Loris Capovilla, que foi o secretário pessoal do "Bom Papa João":

Arcebispo Loris Capovilla:- "Meu primeiro sentimento é de surpresa. Não esperava por isso, assim tão imediatamente, e durante o Ano da Fé. O primeiro sentimento é: beijo a mão do Papa Francisco. Ademais, neste momento, com o espírito, o ânimo e a generosidade do Papa João XXIII, a quem me pergunta o que ficou da passagem terrena do Papa João que daqui mais um pouco chamaremos de São João XXIII, respondo com toda tranquilidade: "Ficou tudo!" Gostaria de dizer que a sua fonte continua jorrando água, aquela água refrescante do Evangelho. No mundo inteiro existem homens e mulheres, eclesiásticos e leigos, cristãos e não pertencentes à fé cristã, que reconhecem no Papa João XXIII um benfeitor da humanidade."

RV: A seu ver, o que significa em particular para a Igreja de hoje a canonização do Papa João XXIII?

Arcebispo Loris Capovilla:- "È como um comentário ao Capítulo V da Constituição Lumen gentium, o chamado universal à santidade. Somos o Povo de Deus em caminho, não rumo a uma pura realização temporal: somos todos chamados ao eterno! A entrar no esplendor da divindade: somos todos chamados, amados, sustentados. O Papa Francisco diz: "Somos todos objeto da misericórdia e do amor de um Deus, que vem procurar-nos."

RV: Passaram-se pouco mais de 50 anos do início do Concílio Vaticano II e recordamos o Papa João XXIII, que teve esta coragem tão forte e tão extraordinária, de impacto tão grande sobre o mundo inteiro, de pensar e convocar o Concílio...

Arcebispo Loris Capovilla:- "Neste momento, se me é permitido, gostaria de dirigir-me diretamente ao beatíssimo Papa João XXIII, apropriando-me do pensamento e das palavras, do calor de fé e de esperança deste sábio e severo irmão sacerdote. O Papa João buscou e encontrou, serviu e amou somente a Jesus, e com ele me sinto introduzido na constelação do Verdadeiro, do Belo e do Bem. Digo ao Papa João: continue impelindo eclesiásticos e leigos a serem como Jesus divino fundador da Igreja os quer, a fim de que uma Igreja livre, casta e católica gere filhos e filhas que vivam – como você testemunhou – com coração puro e fogo ardente de amor. É a minha primeira, devota, calorosa reação a esta grande notícia." (RL)



Texto proveniente da página pt.radiovaticana.va/news/2013/07/05/cora C3 A7 C3 A3o_puro_e_ardente_de_amor:_arcebispo_capovilla_recorda_o_papa/bra-707956
do site da Rádio Vaticano
Escrito por: Paroquia Imaculado Coração De Maria
» 06/07/2013
Karol Wojtyla, um "gigante da fé": o testemunho do Cardeal Rylko Texto proveni
Cidade do Vaticano (RV) - O Beato João Paulo II dentro em breve será Santo. Em pouco tempo, a notícia correu o mundo suscitando a alegria de milhões de fiéis, e não somente. De fato, a canonização de João Paulo II é um evento extraordinário para toda a Igreja.

Estão particularmente em festa os jovens de ontem e de hoje, que participaram das Jornadas Mundiais da Juventude por ele idealizadas e que agora se preparam para a JMJ do Rio de Janeiro.

Prestes a partir para o Brasil, o presidente do Pontifício Conselho para os Leigos, Cardeal Stanislaw Rylko, que 50 anos atrás conheceu em Cracóvia (1963) o futuro Santo, externou, nos microfones da Rádio Vaticano, a sua emoção por este evento:

Cardeal Stanislaw Rylko:- "Esta notícia suscita, sobretudo, uma grande alegria e uma profunda gratidão ao Senhor. É um dom imenso para a Igreja dos nossos tempos: o Papa João Paulo II Santo. Como disse alguém: "O Beato João Paulo II é um Papa que não morre". Permaneceu vivo nos corações de tantos fiéis espalhados pelo mundo inteiro, está vivo no coração daqueles que todos os dias rezam na Basílica de São Pedro diante do altar que custodia suas relíquias. É um Papa que vive."

RV: É também muito significativo que este anúncio se dê no Ano da Fé, e Karol Wojtyla, mesmo antes de ser Papa, e depois como Papa obviamente, foi realmente para todos uma extraordinária testemunha da fé...

Cardeal Stanislaw Rylko:- "Penso que a canonização do Beato João Paulo II, justamente no Ano da Fé, seja uma coincidência particularmente significativa. Na homilia da missa de Beatificação do Papa Wojtyla, Bento XVI dizia: "Bendito és tu, João Paulo II, porque acreditaste". O Papa João Paulo II foi realmente um "gigante da fé". "Totus tuus" – todo de Deus – e por isso mesmo, completamente dedicado à causa do homem. As suas palavras "Não tenham medo, abram as portas a Cristo", realmente plasmaram a vida de uma geração de cristãos."

RV: Faltam poucos dias para a JMJ do Rio de Janeiro e o senhor, como presidente do Pontifício Conselho para os Leigos, tem particularmente se ocupado em relação a este grande vento. Milhões e milhões de jovens e ex-jovens têm suas vidas ligadas à JMJ. Uma idéia nascida do coração de João Paulo II, também isso tem certamente uma grande importância...

Cardeal Stanislaw Rylko:- "João Paulo II é – podemos dizer de modo particular – também o "Papa dos jovens". Fundador das Jornadas Mundiais da Juventude, graças às quais nasceu uma nova geração de jovens na Igreja: os jovens do "Sim" incondicionado a Cristo e à sua Igreja. Ele mesmo dizia de si próprio: "Eu sou amigo dos jovens..." – mas acrescentava – "...um amigo exigente". Jamais tinha receio de apresentar aos jovens metas altas e exigentes. Portanto, confiamos hoje à sua forte intercessão os frutos espirituais da iminente JMJ do Rio de Janeiro." (RL)



Texto proveniente da página pt.radiovaticana.va/news/2013/07/05/karol_wojtyla,_um_gigante_da_f C3 A9:_o_testemunho_do_cardeal_rylko/bra-707937
do site da Rádio Vaticano
Escrito por: Paroquia Imaculado Coração De Maria
» 19/06/2013
Papa: Para o cristão Jesus é tudo e o resto é “nada”
Para o cristão, Jesus é “o seu tudo” e daqui deriva sua magnanimidade. Destacou o Papa Francisco na Missa desta segunda-feira na Casa Santa Marta. Ele recordou que a justiça que Jesus traz é superior àquela dos escribas, “olho por olho, dente por dente”.

“Se alguém bater na sua face, ofereça-lhe também a outra”. O Papa centrou sua homilia de hoje nas fortes palavras de Jesus dirigidas a seus discípulos. A história da bofetada, observou o Pontífice, “converteu-se em um argumento clássico para zombarem dos cristãos”. A lógica normal da vida nos ensina que “devemos lutar, devemos defender nossa posição” e se nos dão uma bofetada “nós daremos duas e assim nos defenderemos”.

Pelo resto, disse Francisco, quando aconselho os pais a repreender os próprios filhos digo sempre: “Jamais no rosto”, porque “o rosto representa a nossa dignidade”.

“A justiça que Ele traz –afirmou o Santo Padre– é uma justiça totalmente diferente do olho por olho, dente por dente. É outra justiça”. E isto, observou, podemos entender quando São Paulo fala dos cristãos como “quem nada possui, mas tendo tudo”.

Eis aqui então que a segurança cristã se encontra neste “tudo” que é Jesus. “O ‘tudo’ – adicionou é Jesus Cristo. O resto é ‘nada’ para o cristão”. Em troca, advertiu o Papa, “para o espírito do mundo o ‘tudo’ são as coisas: as riquezas, as vaidades”, “ter posições mais elevadas” e “o nada’ é Jesus”.

Portanto, se um cristão pode caminhar 100 quilômetros quando lhe pedem percorrer 10, “é porque para ele isso é ‘nada’” e, tranquilamente, “pode dar o manto quando lhe pedem a túnica”. Eis aqui o “segredo da magnanimidade cristã, que sempre vai acompanhada pela docilidade”, e o “tudo”, é Jesus Cristo:

“O cristão é uma pessoa que alarga o seu coração, com a sua magnanimidade, porque tem o ‘tudo’, que é Jesus Cristo. As outras coisas são um nada’. São boas, servem, mas no momento do enfrentamento escolhe sempre o ‘tudo’, com aquela docilidade, aquela docilidade cristã que é o sinal dos discípulos de Jesus: docilidade e magnanimidade. E viver assim não é fácil…”.

“Mas, o cristão é dócil, o cristão é magnânimo: alarga seu coração. Mas quando encontramos estes cristãos com o coração reduzido, com o coração encolhido, que não funcionam… isto não é cristianismo: isto é egoísmo, mascarado de cristianismo”.

“O verdadeiro cristão”, disse o Papa Francisco, “sabe resolver esta oposição bipolar, esta tensão entre o ‘tudo’ e o nada’, como Jesus nos aconselhou: ‘Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo.’”

“O Reino de Deus é o ‘tudo’, o resto é secundário, não é o principal. E todos os erros cristãos, todos os erros da Igreja, todos nossos erros nascem daqui, quando dizemos ao nada’ que é o ‘tudo’ e ao ‘tudo’ que, parece que não conta… Seguir Jesus não é fácil, não é fácil. Mas tampouco é difícil, porque no caminho do amor o Senhor faz as coisas de forma que nós possamos ir para frente; o mesmo Senhor nos alarga o coração”.

Peçamos ao Senhor “que alargue nosso coração, que nos faça humildes, dóceis e magnânimos, porque nele temos o ‘tudo’; e que nos proteja dos problemas cotidianos ao redor de um nada’”, concluiu.
Escrito por: Liliane SimÕes
» 26/08/2012
SANTAS MISSÕES POPULARES
“A vida do cristão está em sua missão”. Todos, em algum momento da vida, deveriam experimentar um pouco mais a sua vida... A sua Missão. Vive se demais e experimenta se de menos, e assim leva se tempo demais para iniciar o sentimento cristão. Não há dúvida de que Nosso Deus mostra se na simplicidade, na pobreza, no abandono. Para os que imaginam visitar uma comunidade carente, para levar Deus até estes irmãos, sempre será surpreendido, pois Deus já os espera há muito tempo nestes seus filhos, que clamam seu amor e aconchego. Pensamos ser “missionários” e acabamos nos descobrindo, sedentos deste Amor Infinito. É isto que sentimos, ao visitar comunidades como a ‘Cristo Ressuscitado’ (Cilo), do assentamento. É o que eu convido a experimentar, meu irmão, minha irmã. Isto mesmo, você já é missionário confirmado em seu Batismo, e as Santas Missões Populares são uma forma prática, de mostrar seu comprometimento com sua vida. Venha para a Missão!
Escrito por: Reginaldo Vezaro
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